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| Sócrates e Jesus |
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Imagine que um antigo filósofo grego surgisse em pleno século 20 e se matriculasse numa faculdade de teologia liberal, dessas que relativizam a autoridade bíblica. Mais: imagine que esse filósofo fosse o inquiridor Sócrates, considerado um dos fundadores da filosofia ocidental. Qual seria o teor das discussões do ateniense com os alunos e professores? Como o filósofo que se opunha ao politeísmo grego reagiria à leitura do Antigo e do Novo Testamentos? Como encararia Jesus Cristo e as alegações quanto à divindade e a ressurreição dEle? É disso – e muito mais – que tratam as duzentas páginas do livro Sócrates e Jesus (editora Vida), de Peter Kreeft, professor de Filosofia no Boston College.
Tive que ler esse livro em cumprimento parcial dos requisitos da disciplina de Filosofia, em meu curso de Estudos em Teologia, no Unasp. E fiquei fascinado. Não tanto pela ficção, em si (o desfecho até deixa a desejar), mas pelos diálogos habilmente construídos pelo autor.
“Jesus e Sócrates são certamente os dois homens mais influentes que já existiram, pois dão origem aos dois segmentos da civilização ocidental: a cultura bíblica (judaico-cristã) e a clássica (greco-romana)”, escreveu Kreeft logo na Introdução. Portanto, é o tipo de leitura que ajuda até mesmo a entender as bases sobre as quais nossa própria cultura está edificada.
Cristão e admirador de Sócrates, Kreeft se vale do filósofo para criticar a noção moderna de progresso, os valores da cultura ocidental e a forma como os cristãos nominais encaram o cristianismo. Se eu fosse resumir numa única frase o conteúdo da obra, seria: a razão em busca da verdade. Mas a verdade pode ser encontrada? “Sócrates” entende que sim e responde socraticamente com uma pergunta: “Se você não tem esperança de chegar, então como pode viajar esperançosamente? Não há pelo que esperar” (p. 39).
Na página 62, há o seguinte diálogo interessante:
“Bertha [colega de faculdade de “Sócrates”]: Eu apenas interpreto [a Bíblia] à luz das minhas convicções honestas.
“Sócrates: Mas você não poderia interpretar qualquer livro e quaisquer palavras de outro à luz das convicções deles em vez das suas?”
Vinte e quatro páginas adiante: “Se você escrevesse um livro para contar aos outros quais são as suas crenças, e eu o lesse e o interpretasse segundo as minhas crenças, que seriam diferentes das suas, ficaria feliz?” É exatamente isto que o Sócrates de Kreeft faz ao longo do livro: analisa as Escrituras sem preconceitos (já que ele não os tem, por ter vivido 400 anos antes de Cristo e não ter tido contato com a cultura judaica) e propõe que o leitor faça o mesmo, permitindo que elas falem por si mesmas, sem ser interpretadas.
Nessa busca pela verdade, “Sócrates” acaba tendo um “encontro” com Jesus e com o verdadeiro cristianismo que salta das páginas do Novo Testamento e que contrasta com o arremedo de cristianismo que muitos vivem atualmente.
Na página 138, outro personagem do livro cita Chesterton e diz que uma mente aberta é semelhante a uma boca aberta: só é útil se houver alguma coisa sólida para mastigar.
O livro de Kreeft estimula o pensamento e o ato de abrir a mente, mas oferece alimento sólido para ocupar o espaço. Por isso, merece ser lido.
Michelson Borges |
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| O Código da Inteligência |
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Augusto Cury desenvolveu uma teoria e a nomeou de “Código da Inteligência”. Segundo ele, o objetivo “é disponibilizar ferramentas para estimular o debate de ideias, para que os leitores aprendam a atuar em seu psiquismo, a desenvolver consciência crítica, proteger sua emoção, tornarem-se gestores da sua mente e serem capazes de expandir seu potencial intelectual e prevenir transtornos psíquicos”. No livro O Código da Inteligência, ele nomeia e discorre sobre os tipos de inteligência e comenta como alguns ilustres personagens como Einstein, Freud e Jesus Cristo lidaram com as adversidades.
Segundo Cury, Einstein e Freud souberam criar e explicar teorias e problemas muito bem, porém, sofriam com seus próprios conflitos existenciais. Einstein abandonou um filho quando ele mais precisava dele, e Freud não suportou as críticas que surgiram dentro do ninho psicanalítico, nem admitiu ser confrontado por seus íntimos.
O que o autor fala de Jesus Cristo?
Segue a narrativa de parte das páginas 43 e 44: “E o mestre dos mestres, Jesus Cristo, decifrou esses códigos? Ele falhou nos focos de tensão quando o mundo desabava sobre ele? Como lidou com os opositores que surgiram ao redor de sua mesa? Tentei, através da análise crítica, derrubar o mito Jesus, mas esse homem me assombrou. No último jantar, ciente de que morreria do modo mais inumano possível no dia seguinte, decifrou o código da proteção da emoção e do gerenciamento dos pensamentos. Por isso, para assombro da psicologia, conseguiu ter apetite em uma situação na qual qualquer um teria anorexia. Nesse jantar, anunciou que alguém o trairia, mas não o identificou. Pela proximidade de sua morte, sua tolerância e generosidade deveriam estar tragadas pelas ‘janelas killers’ do medo e da angústia, mas decifrou o código do altruísmo, da resiliência, do carisma e da capacidade de se doar sem esperar retorno. Somente isso explica porque em vez de expor publicamente a traição de Judas Iscariotes, o protegeu e, ainda por cima, deu um pedaço de pão a ele. Seguro, disse-lhe: ‘O que tendes de fazer, faze-o depressa.’ Não tinha medo de ser traído, mas de perdê-lo. Diferente de Freud, ele incluiu, abraçou e respeitou quem O decepcionou ao máximo.”
(Colaboração do leitor Diogo Furlan de Oliveira) |
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| Um Ateu Garante: Deus Existe |
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O testemunho do maior ateu do século 20. Flew é considerado o principal filósofo dos últimos cem anos (seu ensaio Theology and Falsification se tornou um clássico e a publicação filosófica mais reimpressa do século 20) e passou mais de cinquenta anos defendendo o ateísmo. Filho de pastor metodista, ele sempre foi incentivado a buscar razões e explicações para as coisas em que acreditava. Tornou-se ateu, formou-se em Oxford, lecionou em universidades importantes, mas foi justamente a vontade de buscar a razão de tudo que o fez rever seus conceitos sobre a fé.
O livro se divide em duas partes. Na primeira, Flew conta como chegou a negar a Deus, tornando-se ateu. Na segunda, ele analisa os principais argumentos que o convenceram da existência do Criador. No fim, há dois apêndices preciosos: “O novo ateísmo” (no qual são analisadas as principais ideias de ateus como Dawkins e Dennett) e “A auto-revelação de Deus na história humana” (com argumentos sobre a encarnação e a ressurreição de Jesus Cristo).
“Minha jornada para a descoberta do Divino tem sido, até aqui, uma peregrinação da razão. Segui o argumento até onde ele me levou, e ele me levou a aceitar a existência de um Ser auto-existente, imutável, imaterial, onipotente e onisciente” (p. 144).
E você, está disposto a fazer essa busca?
Michelson Borges |
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| Ciência, intolerância e fé |
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A ciência é a autoridade suprema na sociedade. Se há uma disputa, a ciência é o juiz. Se uma lei está para ser aprovada, a ciência tem de comprová-la. Quando a ciência é ignorada, brados de protesto ecoam na mídia, nas universidades e nas esquinas. A autoridade atribuída à ciência é tão grande que muitos são tentados a usá-la para validar afirmações que vão além das evidências disponíveis. Phillip Johnson quer trazer de volta ao debate público questões que muitas vezes têm sido consideradas resolvidas. Ao analisar os fundamentos do naturalismo, o autor ressalta os últimos debates sobre ciência e evolução. No fim, ele conclui profeticamente que as muralhas do naturalismo ruirão e que o evangelho deve desempenhar um papel vital na construção de um novo tipo de pensamento — não apenas em relação à ciência e à religião, mas no que diz respeito a tudo que oferece esperança e sentido à vida.
Ciência, Intolerância e Fé é um livro para todos que entendem a importância desse questionamento e que gostariam de ser participantes bem informados do debate atual. “Em toda a ampla literatura sobre darwinismo, evolução, criação e teísmo, dificilmente podemos encontrar uma análise tão calma, compreensiva e convincente quanto a de Phillip Johnson.”
(Richard John Neuhaus, editor de First Things) |
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| Educação |
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Juntamente com O Desejado de Todas as Nações (meu preferido), O Grande Conflito, Caminho a Cristo e A Ciência do Bom Viver, o livro Educação é uma das obras-primas da escritora Ellen White. Tive que reestudá-lo para a disciplina de Fundamentos da Educação Cristã, do curso de Estudos em Teologia. E cada vez que o leio, fico ainda mais fascinado com os princípios ali registrados há mais de cem anos. Nesse livro, Ellen White mostra que o objetivo da verdadeira educação é (1) restaurar no ser humano a imagem e semelhança do Criador, (2) levar o ser humano à perfeição em que fora criado e (3) promover o desenvolvimento de todas as faculdades humanas, com foco em seus aspectos mental, físico, espiritual e social.
É importante notar que, antes da Queda, a educação iniciada no Éden tinha que ver apenas com o item 3. Depois que o pecado entrou no mundo, a educação cristã assumiu caráter redentivo. A autora ilustra isso na história de Israel e nas escolas do lar inicialmente mantidas por esse povo. Cabia aos pais “inculcar” as verdades eternas na mente e no coração dos filhos. Com a corrupção do povo, Deus teve que estabelecer a escola dos profetas. A isso se pode chamar de “adequação circunstancial”, pois não era plano de Deus que a educação dos filhos ficasse a cargo de outras pessoas fora do círculo familiar.
A escola dos profetas também entrou em declínio e Deus teve que escolher um casal piedoso para educar Seu filho, Jesus Cristo. José e Maria exerceram papel fundamental na instrução inicial do Messias, tornando-O versado nas Escrituras, longe das escolas rabínicas já contaminadas por ideias pagãs gregas. Jesus cresceu e Se desenvolveu integralmente, tornando-Se o maior Mestre que o mundo já conheceu. Escolheu um grupo de homens difíceis, desunidos, a maioria dos quais indoutos, e fez deles um grupo de pregadores, “pescadores” de homens que abalaram o mundo de então.
Uma das pérolas do livro é esta: “A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (p. 57). A verdadeira educação deve ajudar a formar pessoas com essa têmpera.
Educação começa apresentando o plano pedagógico do Criador para Seus filhos no Éden. Infelizmente, o pecado ocasionou um “desvio de percurso” e Deus teve que adaptar o plano. Mas o objetivo ainda é o mesmo: depois de restaurar o ser humano, levá-lo a um crescimento holístico contínuo. Tanto é assim que Ellen White encerra o livro com o capítulo “A escola do além”, no qual diz que “o Céu é uma escola; o campo de seus estudos, o Universo; seu professor, o Ser infinito. Uma ramificação desta escola foi estabelecida no Éden; e, cumprindo o plano da redenção, reassumir-se-á a educação na escola edênica” (p. 301).
Portanto, a verdadeira educação nos levará de volta ao Éden, promovendo nosso crescimento pelos anos infindos da eternidade. Amém!
Michelson Borges |
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| Darwin no Banco dos Réus |
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O polêmico livro que mexeu com os fundamentos científicos. Por quê? Ele demonstra que a teoria da evolução não tem sua base em fatos, mas na fé – fé no naturalismo filosófico. Phillip Johnson argumenta corajosamente que simplesmente não há um vasto corpo de dados que deem suporte à teoria. Com o clima intrigante de um mistério e detalhes que nos prendem como ao assistirmos a um julgamento, Johnson conduz o leitor através das evidências com a perícia de um advogado, a qual ele adquiriu como professor de Direito em Berkeley, especializando-se na lógica dos argumentos. Johnson é graduado em Harvard e na Universidade de Chicago. Ele foi oficial de direito do presidente do Superior Tribunal Earl Warren e ensinou por mais de trinta anos na Universidade da Califórnia, Berkeley, onde é professor emérito de Direito.
No ano de culto a Darwin, é o livro ideal para mostrar o outro lado do darwinismo. |
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| O maior erro da humanidade |
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O que fez o comunismo se enraizar? Tendo em vista seus tristes frutos, por que continuou se espalhando? E por que durou tanto tempo? Essas três grandes questões, talvez as mais importantes do século passado, são levantadas por Archie Brown, professor de política da Universidade de Oxford, no livro The Rise and Fall of Communism, no qual ele tenta explicar o que a princípio parece inexplicável: uma miscelânea de ideias impraticáveis imposta por extremistas que prometeram muito, fizeram pouco e ceifaram milhões de vidas. Em algum momento desde o início do século passado, 36 países adotaram esse sistema, sendo que cinco ainda se declaram comunistas: Cuba, Laos, Coreia do Norte, Vietnã e China. O comunismo instrumentalizou dois grandes apetites humanos, o desejo de justiça e a fome de vingança, levando países inteiros a trilhar caminhos impiedosos e dogmáticos. Mesmo assim, diz a Economist, muitos ainda resistem à evidência de que os fundadores do comunismo foram maníacos assassinos.
(Opinião e Notícia)
Nota: A Casa Publicadora Brasileira está preparando para publicação o livro Though the Heavens Fall, do pastor Mikhail Kulakov, que ficou vários anos nas prisões e campos de concentração soviéticos pelo simples fato de ser um pregador do evangelho (a obra deve estar pronta até o fim deste ano). São livros que mostram o outro lado de um regime que excluiu Deus e hostilizou aqueles que criam nEle, levando à morte muito mais pessoas do que a odiosa Inquisição, por exemplo. Pena que ateus como Dawkins não se atrevam a comentar o assunto.[MB] |
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| Além da Magia |
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Quando recebi por e-mail o original do livro Além da Magia: A História do Garoto que Queria Ser Bruxo (CPB), confesso que fui tomado por um misto de estranheza, curiosidade e ceticismo. A estranheza e a curiosidade me foram causadas pelo título. E o ceticismo se originou da constatação de que o livro se tratava de um romance, e eu sei o quanto é difícil trabalhar com esse gênero literário; como é fácil descambar para o texto piegas, com personagens mal estruturados ou até mesmo inverossímeis. Mas, como todo “bom cético” deve fazer, procurei manter a mente aberta e passei a ler o material com atenção. Não deu outra. Fui fisgado! Cada palavra, cada frase e cada parágrafo convidavam à leitura do que vinha adiante. Era literatura mesmo. E das boas!
O livro agrada a todos os públicos e, para provar isso, comecei a lê-lo para minha esposa e minha filha mais velha, na época com cinco anos. Elas também não queriam interromper a leitura. De cético, passei a crente – crente de que a obra do Denis Cruz traria grande benefício aos leitores.
Eu não conhecia o Denis e quem nos colocou em contato foi uma amiga comum, a professora Marlene. Com o tempo, depois de muitos e-mails trocados, fiquei sabendo que o Denis nasceu em setembro de 1977 e conheceu Jesus no Instituto Adventista Paranaense, em 1992, tendo sido batizado em 1993. Formado em Direito, ele é oficial da Secretaria da Promotoria de Justiça do município de Mundo Novo, MS, na divisa com o Paraná e o Paraguai. Casado, pai de dois filhos, anda preocupado em como estará o mundo quando seus pequenos chegarem à tumultuada adolescência...
Denis é um contador de histórias e um criador de personagens nato. “Sempre tive vontade de escrever algo para o público cristão, embora meus ‘traços’, por influência da mídia a que eu tinha acesso, eram mais voltados à fantasia e ao humor.” Graças a Deus, esse talento foi redirecionado! E foi brincando com os filhos que ele percebeu que também era capaz de criar histórias envolventes e personagens interessantes baseados na Bíblia ou com lições extraídas dela.
“Além da Magia surgiu justamente quando eu buscava entender mais a mecânica da escrita para o público juvenil” confidenciou-me. “Por curiosidade, li Harry Potter e cheguei a uma conclusão: ‘É fascinante.’ E esse fascínio me fez tremer.”
Harry Potter e outros livros do gênero são fantasias escritas para crianças e jovens que os lêem como se fossem realidade. Denis pensou novamente em seus filhos e em pais e professores incautos que oferecem qualquer tipo de leitura às suas crianças, contentes por, pelo menos, elas estarem lendo. “A verdade é que a mente juvenil ficará fascinada pelo universo fantasioso apresentado nos livros”, diz Denis. “Então, em oração, pensei num personagem fascinado por esse universo e como ele se encontraria com o caminho correto.”
O resultado dessa oração e desse bom exercício imaginativo está em suas mãos. Um livro cujo objetivo – além do alerta – é falar sobre família, união, fé, perseverança, fidelidade, esperança, preconceitos e coragem para enfrentar o mundo.
(Michelson Borges, prefácio do livro Além da Magia) |
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| O Irmão de Jesus |
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Quando descobrem um fóssil duvidoso tido por algum especialista como "elo perdido" ou coisa que o valha, a mídia geralmente faz aquele estardalhaço. Por que, então, silenciaram sobre a primeira descoberta arqueológica referente a Jesus e Sua família? O ossuário de Tiago data do século 1 e traz a inscrição em aramaico "Tiago, filho de José, irmão de Jesus" (Ya'akov bar Yosef achui d'Yeshua). Oculto por séculos, o ossuário foi comprado muitos anos atrás por um colecionador judeu que não suspeitou da importância do artefato. Só quando o renomado estudioso francês André Lemaire viu na urna, em abril de 2002, a inscrição na língua falada por Jesus, foi que se descobriu sua importância. O ossuário foi submetido a testes pelo Geological Survey of State of Israel e declarado autêntico. Segundo o jornal The New York Times, "essa descoberta pode muito bem ser o mais antigo artefato relacionado à existência de Jesus".
O ótimo livro O Irmão de Jesus (Editora Hagnos, 247 p.) trata justamente da descoberta do ossuário de Tiago. A autoria é de Hershel Shanks, fundador e editor-chefe da Biblical Archaeology Review, e de Ben Witherington III, especialista no Jesus histórico e autor de vários livros sobre Jesus e o Novo Testamento. O prefácio é do próprio Lemaire, especialista em epigrafia semítica e autoridade incontestável no assunto. Hershel conduz a história de maneira muito interessante, revelando os bastidores da descoberta e as reações a ela, afinal, o ossuário, além de autenticar materialmente o Jesus histórico, afirma que Ele tinha um irmão chamado Tiago, filho de José e, possivelmente, também de Maria. Segundo a revista Time, trata-se de "uma história de investigação científica com alta relevância para o cristianismo", talvez por isso mesmo deixada de lado por setores da mídia secular e antirreligiosa.
O livro é bom, o achado é tão tremendo quanto o dos Manuscritos do Mar Morto (na década de 1940), e eu estou fazendo minha parte, divulgando-o aqui. Vale a pena ler!
Michelson Borges |
| hagnos.com.br |
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| O Delírio de Dawkins |
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Considerado o ícone do ateísmo contemporâneo, Richard Dawkins, autor de Deus, um delírio, tem suas idéias postas à prova pela análise minuciosa e perspicaz de Alister McGrath e sua esposa Joanna McGrath, em O Delírio de Dawkins.
Alister, outrora ateu e admirador da obra de Dawkins, revela sua perplexidade pela guinada irracional de seu colega de Oxford, não tanto pelo ateísmo em si, mas pela absoluta inconsistência de seus argumentos, aliados à intolerância desmedida.
Ao discutir os pressupostos de Dawkins, os autores trazem à tona questões fundamentais dos tempos pós-modernos ― fé, coexistência de religião e ciência, liberdade de crença, o sentido da vida e a busca de significado ― que, a julgar pela repercussão de Deus, um Delírio, merecem contundente posicionamento cristão.
O ex-ateu Alister McGrath é professor de teologia histórica da Universidade de Oxford e pesquisador sênior do Harris Manchester College. Possui doutorados em biofísica molecular e em teologia pela Oxford. Seu interesse principal se concentra na história do pensamento cristão, com ênfase particular na relação entre as ciências naturais e a fé cristã. |
| www.mundocristao.com.br |
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| Religiosidade e Psicoterapia |
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A espiritualidade é uma poderosa dimensão da experiência humana e tem se apresentado com crescente importância e diversidade no mundo em constantes mudanças no qual vivemos hoje. Entretanto, por longo tempo foi rejeitada na prática clínica de psicoterapeutas e médicos, impedindo-os de enxergar sua vital importância na compreensão do cliente como um todo. A leitura deste livro encoraja terapeutas e profissionais da saúde a examinarem suas próprias visões de religiosidade e a adquirirem uma nova consciência das diferentes orientações de fé de seus clientes. É um recurso importante para os cursos de graduação que ainda não têm em seu currículo matérias relacionadas à espiritualidade e religião. Terapeutas individuais, de casal e de família encontrarão um excelente suporte para seu trabalho e, da mesma forma, o conteúdo é útil para assistentes sociais, pastores, padres e conselheiros interessados em não perder de vista os aspectos da religiosidade que influenciam a personalidade, o desenvolvimento, os relacionamentos e a saúde mental. Escrito por quatro autoras, uma delas (a Dra. Cláudia) é colunista deste site.
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| www.relativa.com.br |
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| Maçonaria e Fé Cristã |
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Desde seu início, a maçonaria gera polêmica entre os cristãos. São vários os questionamentos e as dúvidas. Qual é a verdadeira natureza dessa fraternidade? Por que existem tantos segredos e juramentos? Será que uma entidade que investe em obras de caridade pode ser tão sinistra assim? O propósito desse livro da Editora Mundo Cristão é definir o relacionamento entre a fé cristã, no seu sentido bíblico e histórico, e a maçonaria moderna - especialmente no contexto do evangelho no Brasil. Sem sensacionalismo e com farta documentação. O autor derruba mitos e elucida as questões mais controvertidas.
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| www.minasdeleitura.com.br |
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| O Jesus que Eu Nunca Conheci |
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| Em seu livro O Jesus que Eu Nunca Conheci (Vida), o jornalista e escritor cristão Philip Yancey defende a tese de que o cristianismo acabou “domesticando Jesus”, e justifica com as seguintes palavras: “Ele falou pouco sobre a ocupação romana, o assunto principal das conversas de Seus conterrâneos, mas pegou um chicote para expulsar do templo judeu os pequenos aproveitadores. Insistia na obediência à lei de Moisés, enquanto adquiria a reputação de transgressor da lei. Poderia ser tomado de simpatia por um estrangeiro, mas afastou o melhor amigo com a dura repreensão: ‘Para trás de Mim, Satanás!’ Tinha opiniões inflexíveis sobre os homens ricos e as mulheres de vida fácil, mas ambos os tipos desfrutavam de Sua companhia.” Usando os recursos do jornalismo, Yancey investiga Jesus e o cenário social, político e geográfico que O envolveu aqui na Terra. Em linguagem agradável, ele brinda o leitor com detalhes que surpreendem até mesmo aqueles que já leram a Bíblia dezenas de vezes. |
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| Não Tenho Fé Suficiente Para Ser Ateu |
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No ótimo livro Não Tenho Fé Suficiente Para Ser Ateu (Vida), à página 20, os autores Norman Geisler e Frank Turek mencionam as "cinco perguntas mais importantes da vida": (1) Origem: De onde viemos? (2) Identidade: Quem somos? (3) Propósito: Por que estamos aqui? (4) Moralidade: Como devemos viver? (5) Destino: Para onde vamos? "As respostas a cada uma dessas perguntas dependem da existência de Deus", afirmam os autores. "Se Deus existe, então existe significado e propósito para a vida. Se existe um verdadeiro propósito para sua vida, então existe uma maneira certa e uma maneira errada de viver. As escolhas que fazemos hoje não apenas nos afetam aqui, mas também na eternidade. Por outro lado, se Deus não existe, então a conclusão é que a vida de alguém não significa nada. Uma vez que não existe um propósito duradouro para a vida, não existe uma maneira certa ou errada de viver. Não importa de que modo se vive ou naquilo em que se acredite, pois o destino de todos nós é pó." Livro imperdível!
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| Se Deus Fez, Se Deus Não Fez |
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Tive uma surpresa quando conheci o criacionismo. Tinha 17 anos e estava no ensino médio (na época, segundo grau). Desde criança, sempre ouvia falar da tal "sopa primordial" e via em meus livros didáticos a famosa ilustração dos primatas "evoluindo" até o ser humano moderno. Quando cheguei ao ginásio (é, sou do tempo do "ginásio"...), já aceitava tranquilamente toda essa história. No ensino médio, durante as aulas de química orgânica (no curso técnico de Química), me ensinaram que a vida poderia surgir de compostos inorgânicos. Se eu não tivesse conhecido o criacionismo e me aprofundado na controvérsia a respeito das origens entre esse modelo e o darwinista, teria chegado à faculdade sem questionar a validade do evolucionismo. Pensando nisso, resolvi escrever um livrinho infantil narrando de forma bem humorada, levemente poética, as duas versões sobre as origens. O livro, intitulado Se Deus Fez, Se Deus Não Fez, começa de um lado contando como teria sido a origem da vida pela ótica darwinista. Chegando ao meio dele, o leitor é convidado a virar e começar a história do outro lado, agora na versão criacionista. O livro é todo ilustrado em cores pelo meu amigo Andrei Vieira, desenhista da Turma do Nosso Amiguinho. [Michelson Borges]
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| Sexo Não É Problema (Lascívia, Sim) |
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O livro Sexo Não é Problema (Lascívia, Sim), de Joshua Harris (Editora Cultura Cristã, 122 p.) é um bom exemplo de franqueza e clareza no que diz respeito aos efeitos da lascívia nos relacionamentos e na vida espiritual. Harris é pastor evangélico nos Estados Unidos, casado e pai de dois filhos. À medida que apresenta seus estudos e conselhos, ele recheia o livro com experiências de sua própria juventude e vida adulta, deixando claro que não se trata de um escritor de “outro planeta” falando para leitores a respeito de algo pelo que não é atingido e que, portanto, desconhece. Harris, como muita gente (e muitos cristãos) teve problemas com masturbação e pensamentos impuros, mas garante que, com o poder de Deus, é possível ter uma vida de pureza num mundo tremendamente impuro.
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| Crer Para Ver |
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| Sabe aquele ditado popular de que os melhores perfumes estão nos menores frascos? Às vezes, isso também é verdade em relação aos livros. Em apenas 63 páginas, Ken Taylor dá seu recado no Crer Para Ver (Editora Textus), livreto que aborda, entre outras coisas, a possibilidade da realidade dos milagres, a importância dos pressupostos, a existência de Deus, a experiência cristã, as evidências da ressurreição de Jesus e a revelação na Bíblia. Taylor é o tradutor da paráfrase A Bíblia Viva e fala com propriedade e concisão dos temas mencionados. |
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| Depois do Dilúvio |
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| Neste livro/documento, o autor concatena impressionantes evidências que indicam como os primeiros europeus registravam sua descendência desde Noé, na linhagem de Jafé, em documentos meticulosamente preservados; como conheciam tudo sobre a Criação e o Dilúvio; e como tiveram encontros com criaturas que hoje chamaríamos de dinossauros. Esses registros de diferentes nações imprimem aos capítulos 10 e 11 de Gênesis um grau de precisão que os destaca de todos os demais documentos históricos do mundo antigo. O livro é o resultado de mais de 25 anos de pesquisa e traça o desenvolvimento da controvérsia entre Criação e Evolução que grassou no mundo antigo, e detona muitos dos mitos e erros dos críticos bíblicos “modernistas”. |
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| Como Derrotar o Evolucionismo com Mentes Abertas |
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Apesar do título belicoso, Como Derrotar o Evolucionismo com Mentes Abertas, de Phillip Johnson (Editora Cultura Cristã), é um bom livro para quem quer se situar em meio à controvérsia entre darwinismo e design inteligente. Johnson, que é formado pela Harvard e pela Universidade de Chicago, leciona direito há mais de 30 anos na Universidade da Califórnia, em Berkeley. Exatamente por isso, ele foi capaz de investigar o âmago dos argumentos darwinistas, atuando como uma espécie de “promotor de justiça” da teoria. E justiça seja feita: apesar de não ser cientista, Johnson demonstra amplo conhecimento dos temas em questão e analisa tudo de forma crítica e lúcida.
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| As Profecias do Apocalipse e o Livro de Daniel |
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Os estudos teológicos/proféticos de Newton estão na obra As Profecias do Apocalipse e o Livro de Daniel (Editora Pensamento), traduzida integralmente para o português pela primeira vez. As análises newtonianas coincidem apenas em parte com o que os modernos estudiosos da Bíblia consideram ser a interpretação mais provável das Escrituras. Mas não devem ser lidas como sinal de que o cientista tinha um lado "retrógrado" ou "obscurantista", alertam especialistas. Pelo contrário: é bastante possível que a fé religiosa de Newton, e seu interesse por assuntos espirituais, tenham facilitado suas descobertas.
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| Ortodoxia |
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Chesterton era hábil com as palavras e tinha um pensamento apologético arguto, capaz de encarar “gente grande” como Bernard Shaw, H. G. Wells e Bertrand Russel. Nesse livro, lançado em 1908 (essa nova edição da Mundo Cristão comemora o centenário da obra), Chesterton refaz sua trajetória espiritual e mostra como mudou do agnosticismo à crença. [Editora Mundo Cristão]
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| Criação |
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| Criação é o primeiro livro-texto em língua alemã (agora traduzido para o português) a apresentar detalhadamente o modelo criacionista. É apropriado para jovens a partir de 14 anos. Partindo do estado atual da ciência, explica até mesmo fatos complicados de modo que possam ser facilmente compreendidos. Além de conter o livro em formato pdf, o DVD anexo fornece documentação mais extensa e aprofundada. |
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| Vida Plena de Poder |
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| Para Jim Hohnberger, a prova de fogo do verdadeiro cristianismo e do caráter ocorre na privacidade. “É na maneira como trato meus filhos, minha esposa ou meu cachorro. São os pensamentos que acalento e as emoções a que dou guarida que determinam se minhas práticas religiosas estão me fazendo algum bem em termos de salvação. Se estou empurrando a mim mesmo por aí sem nenhum poder real, então a religião que pratico não merece o nome que ostenta.” Que tal ter uma vida de poder para fazer sua família, a si mesmo e a Deus felizes? Livro imperdível! |
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| Por Que Creio |
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Neste livro, o jornalista Michelson Borges entrevista pesquisadores em áreas como a Biologia, a Geologia, a Bioquímica, a Física, a Matemática, a Arqueologia e a Teologia. Todos eles - como o bioquímico mundialmente conhecido Michael Behe - mostram que é possível conciliar a fé com a pesquisa científica. E afirmam que existem evidências de planejamento inteligente no Universo.
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| Nos Bastidores da Mídia |
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| Mensagens subliminares, televisão, histórias em quadrinhos, cinema, desenhos animados, música, outdoors, videogames, RPGs... a mídia de um modo geral tem sido usada para manipular a maneira de pensar das pessoas e mesmo seu comportamento. Que interesses estão por trás dessa manipulação? Quem ou o que deseja controlar a mente humana, a fim de privá-la da liberdade de escolha? E, mais importante, como se tornar consciente dessa manipulação para se proteger dela? Lendo este livro é um bom começo. |
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